Coluna Aparte – Assim que funciona

Evidente que os pré-candidatos de oposição ao vice-governador Carlos Brandão (PSDB) sentiram o peso da sua campanha somada com a presença da máquina de governo inaugurando, diariamente, obras nos municípios do Maranhão. Sem nenhuma dificuldade no papel de governador antecipado, generosa concessão do ainda chefe do executivo Flávio Dino (PSB) que permitiu a decolagem nas pesquisas divulgadas na semana passada.

Estranho registrar a subida de outros pré-candidatos nas pesquisas, fato escabroso está na comemoração do grupo governista pela presença inexplicável do senador Roberto Rocha, agora tentando tomar o PL do deputado Josimar de Maranhãozinho, tática repetitiva na sua carreira política do que nada traz a legenda, mas tudo quer de graça. Rocha era tratado como traidor do grupo Dino, agora está como ferramenta para subjugar os votos de Weverton Rocha (PDT). Ficou infantil e hilário!

Questão que acendeu a sirene de alerta no grupo de Weverton Rocha (PDT) com o empate técnico com Carlos Brandão (PSDB). Preocupante o volume de aliados pulando a cerca com os explícitos apoios ao vice-governador seguida da sua filiação ao PSB diminuindo os ruídos para o acordo com o PT nacional.

Nem tudo, melhor, nada fica definido no início da pré-campanha, Weverton Rocha (PDT) sabia que dificilmente conseguiria manter seu foguete com o tanque de combustível completo, sabia que seria abandonado pelos olhos políticos interessados nos cargos do executivo e continua com a certeza da obrigação em demonstrar que quem decide a eleição será o povo, não os políticos. Acusou o golpe cobrando mais percentuais do Brandão diante do apoio público do Dino.

Estratégia perigosa diante do atual cenário!

  • Coluna Aparte, publicada nas segundas-feiras, na página Política, no jornal O Imparcial.
  • Charge do genial Nuna.

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