Coluna Aparte – Vaidade ou medo?

Incapacidade deve ser a palavra que atormenta o personagem Jair Bolsonaro, acompanhado do medo em aceitar que sua extensão intelectual sempre será limitada enquanto não estudar.

Pouco interessa ao presidente a capacidade de um profissional exercendo o papel de ministro, o critério de permanência está na submissão da cabeça baixa em obedecer e seguir, com resignação, as suas vontades. Moro sentiu o olhar severo, baixou a toga, Onyx ficou miúdo salvando um cargo de segunda.

Mandetta resolveu esticar a corda obrigando o chefe do executivo nacional exonerar o gestor da saúde. Verdade que teve de demitir agradecendo a meia boca a competência pelo enfrentamento na pandemia. Quanto ao novo ministro da Saúde, pouco sabem, tirando o currículo, somado a promessa de fidelidade.

Temos um país órfão, falta um genitor para abraçar com afeto a miserável e assustada população.

Aliados do Bolsonaro começam a espalhar que a benevolência dos seiscentos reais vem como um presente de coração do mito, pouco interessa o prazo do benefício, vale os três meses de comida na mesa.

Nada assustador caso as mentes que direcionam as atitudes ideológicas do Palácio do Planalto tomarem gosto desta esmola popular para transformar numa Bolsa Família, basta voltar a subir a depauperada imagem presidencial.

Coisa para enlouquecer os petistas.  

  • Coluna Aparte publicada nas segundas-feiras, na página Política, no jornal O Imparcial.
  • Charge do Nuna.

 

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